Strappy bra

Pode deixar o sutiã à mostra, sim, senhora! É a última moda, aliás. preparamos um guia de modelos pras tímidas ou ousadas


Os dois modelos são Janiero, preço sob consulta. O corpo da modelo vem junto? ;-) (Foto: Divulgação)

Foi-se o tempo em que escondíamos o sutiã ou apostávamos em alças discretas. Algumas, nem tanto, né? Lembra da alça de silicone? Mas o decote ganhou um amigo: o strappy bra, um sutiã cheio de tiras (dá uma olhada no que rolou na edição de verão 2016 da Semana de Moda de Milão) que virou praticamente um it-acessório. Ele fica à mostra no colo, na lateral da costela, no ombro e é dá aquele upgrade certeiro na produção. 




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Mulher com distúrbio raro realiza 'sonho' de ficar cega

Americana aplicou líquido desentupidor de pia nos olhos para ficar cega (Foto: Reprodução/Facebook)

Desde quando era uma criança, a americana Jewel Shuping tinha um sonho que pouca gente poderia compreender: ficar cega. Embora tenha nascido com o corpo em perfeito estado, ela sempre quis perder a visão. Aos 21 anos, ela realizou objetivo Shuping, com a ajuda de um psicólogo que ela não revela o nome, aplicou um líquido desentupidor de pia nos olhos e esperou cerca de 30 minutos para buscar ajuda médica. Como resultado, ela foi perdendo a visão até ficar quase completamente cega.
"Eu realmente acho que é assim que eu deveria ter nascido", contou à revista "People".

A americana sofre com um distúrbio raro chamado transtorno de identidade de integridade corporal, que faz com que a pessoa rejeite uma determinada parte do corpo ou tenha o desejo de se tornar deficiente.
Ela contou que sua mãe a flagrou várias vezes caminhando pelos corredores de casa durante a noite quando tinha 3 ou 4 anos. "Aos 6, eu lembro de pensar que ser cega me deixaria confortável."
Mais tarde, na adolescência, Shuping adquiriu uma bengala branca e, aos 20, aprendeu a ler Braille fluentemente. Pouco tempo depois, realizou o sonho de perder a visão.
"Eu fiquei tão feliz,  senti que era assim que deveria ter nascido", contou.

Inicialmente, a americana disse à família ter sofrido um acidente, mas ao descobrirem a verdade, sua irmã e mãe cortaram relações.
No entanto, Shuping afirmou que nunca foi tão feliz e que não se arrepende de sua decisão - mas não recomenda outros a fazerem o mesmo.

"Não sigam meu método. Eu sei que há uma necessidade, mas talvez algum dia haverá tratamento para isto [transtorno]", aconselhou. "As pessoas com o distúrbio se jogam na frente de trens para perderem as pernas ou caem de penhascos para ficarem paralíticas. É muito perigoso. Elas precisam de ajuda profissional."

Shuping, agora deficiente, quer sensibilizar as pessoas sobre a doença e ajudar outros cegos a viverem suas vidas de forma independente.
Eu não consigo entender essa pessoa,desde criança precisando ser liberta e ninguem fez nada,meu Deus que absurdo.
Por favor compartilhem,grata.
Márcia.